Afinal, nos nossos tempos, existe pouco amor do lado de dentro dos clubes, suportado por tanta paixão do lado de fora. Ora vemos, por todo o mundo, jogadores saltarem de clubes para clubes, inclusive rivais eternos dos tempos, pela simples "atracção" da carteira e da ganância própria da natureza humana. No entanto, dá que pensar... Um jogador jamais será perdoado ao transferir-se para um clube rival, é verdade. Um adepto, por simples simpatizante que seja, será encarado como uma pessoa sem valores e até mesmo insana, se trocar de clube com o tempo.
O que há de tão diferente para além das cores clubísticas e dos símbolos?
Há essa coisa mágica da vida que raramente se encontra noutro lugar. É por isso que é possível abandonar essa grande paixão ou pela destruição dum clube fruto da exploração imensa dessa gente sem sentimentos, ou pelas circunstâncias da vida, ou pela saudade da história abraçada ao insucesso do presente, ou pela falta de motivação...
Ah! Mas uma coisa é certa... Aquela pergunta que nos fazem em pequenos: "Então e tu, de que clube és?" terá como resposta a mesma se nos perguntarem no fim da vida.
domingo, 29 de junho de 2008
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